Criado por Messias Henrique Dias Soares © 2016

Atuação de uma empresa júnior na logística reversa

Entre outros princípios e instrumentos introduzidos pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, e seu regulamento, Decreto Nº 7.404 de 23 de dezembro de 2010, destaca-se a logística reversa. Em termos conceituais, logística reversa é definida, pela Lei 12.305/10, como "instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada".

O processo da logística reversa responsabiliza as empresas e estabelece uma integração de municípios na gestão dos resíduos. Neste processo, os produtores de um eletroeletrônico, agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes e lâmpadas fluorescentes (de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista) têm que prever como sedará a devolução, a reciclagem daquele produto e a destinação ambiental adequada, especialmente dos que eventualmente poderão retornar o ciclo produtivo.Entre outros princípios e instrumentos introduzidos pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, e seu regulamento, Decreto Nº 7.404 de 23 de dezembro de 2010, destaca-se a logística reversa. Em termos conceituais, logística reversa é definida, pela Lei 12.305/10, como "instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada". O processo da logística reversa responsabiliza as empresas e estabelece uma integração de municípios na gestão dos resíduos. Neste processo, os produtores de um eletroeletrônico, agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes e lâmpadas fluorescentes (de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista) têm que prever como sedará a devolução, a reciclagem daquele produto e a destinação ambiental adequada, especialmente dos que eventualmente poderão retornar o ciclo produtivo.

 

Lixo eletrônico descartado de maneira incorreta no Rio de Janeiro (Fonte: Jornal O Globo).

 

A Sustenta - Empresa Júnior de Soluções em Engenharia Ambiental, da Universidade Federal de Uberlândia, em parceria com a CODEL, faz o seu papel de ajuda na coleta de resíduos eletrônicos atuando como ponto de coleta destes materiais. Quando entregues na Sustenta, os eletrônicos são encaminhados para a CODEL que atua no processo de reciclagem dos materiais, desenvolvendo atividades de coleta, desmonte e descarte destes resíduos. 

 

 

 Trainee da Sustenta Kamila Carvalho recebendo eletrônicos destinados corretamente

 

Todos os materiais que podem vir a ser reciclados são enviados novamente para as empresas licenciadas que fazem este processo e os materiais possivelmente contaminantes são encaminhados para a disposição final controlada.

Se você possui algum tipo de eletrônico em casa e não sabe qual a destinação correta que deve ser dada ao mesmo, entre em contato com a Sustenta, nós podemos fazer isto para você. Nossa sede fica na av. Amazonas, s/nº, dentro do Campus Umuarama da Universidade Federal de Uberlândia, no Bloco 2R, sala 2. Entre em contato também pelo telefone (34) 9870-8585 ou visite nosso site: http://sustentaej.wixsite.com/sustenta.

 

 

 

 

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